Quer saber? Eu não me importo!

Oi pessoal! Tudo bem?

Tenho uma coisa que tenho que confessar: Eu sou directioner – Fã de uma pequena boy band, One Direction, não sei se você já ouviu falar... Geralmente, quando falo isso para as pessoas logo depois vem aquele olhar julgador de baixo para cima: “Mas você tem quantos anos? 14?”. Admito que isso me deixa chocada.

Eles são uma banda teen? Ok, são. Eles fazem música para um público teen? Ok, fazem. Eles têm alguns comportamentos teen? Ok, têm (mas daí tudo bem, eu também tenho. E também tantas outras pessoas). Não estou aqui para defendê-los. Não é por que eles se meteram numa polêmica que vou “Óh céus! Não, não, não. Eles são apenas adolescentes vivendo suas vidas.”, ou agora, depois da saída do Zayn Malik “GENTE! Meu mundo a-c-a-b-o-u. Adeus.”.

Tenho todos os CDs – Up All Night, Take Me Home, Midnight Memories e Four e neste ano também vou aderir “We Were Five” (suposto nome que inventei para o quinto álbum), os DVDs, o livro oficial e ano passado, 2014, fui ao show que teve aqui no Brasil (e fiquei algumas horas na fila, sim). Estou dizendo tudo isso porque o pensamento julgador das pessoas me leva a escrever este texto. E uso minha experiência como exemplo.

Com que direito as pessoas julgam as outras pelo o que elas ouvem? Não é por que você não gosta de determinado estilo de música que você têm que rebaixar quem gosta. Eu escuto One Direction, sim. Eu gosto, sim e não me envergonho em dizer. Tampouco, me importa quem são as pessoas que me julgam falando que tenho 14 anos. Antes escutando algo que eu queira do que tendo que escutar algo que não me agrade por opressão dos outros.

Então, escute o tipo de música que você gosta e não se importe com o que os outros vão dizer. Afinal, é seus ouvidos, não é mesmo? Termino, então, este post com esta frase e saio dançando Girl Almighty, do One Direction, é claro.

Taylor Swift me faz parecer esquisita

Olá, gente!

Decidi fazer um post sobre músicas que animam/movem as pessoas, mas por que? Antes, vou contar um pequeno caso que me ocorreu nesta semana.

Estava eu na academia fazendo meus exercícios normais de cada dia, com fones em meus ouvidos, entre uma série e outra sempre dou uma descansada (porque eu também não sou de ferro e sempre morro depois cada treino, sim), enquanto enrolava, pois essa é a palavra adequada, começou uma música animada e de que gosto bastante – Style da Taylor Swift – quando percebo estou lá eu, no meio da academia, "dançando" (entre aspas, porque o movimento do meu corpo ao som da música não se encaixa na definição de dança).

Não tenho a menor ideia se alguém viu os movimentos executados por meu corpo, porque quando percebi, automaticamente parei, fiz cosplay de estátua de "O pensador" e fingi que não era comigo, por sorte a hora que vou à academia não tem muitas pessoas, então no local tinha apenas umas seis pessoas, contando comigo. 

Minha irmã, minha companheira fitness, que estava em um aparelho ao lado do meu, disse que nem viu os meus habilidosos passos de dança, ela estava atenta em seus exercícios e não reparando nas minhas esquisitices, só não tenho certeza se faço um parâmetro só sobre este argumento, afinal, ela vê isso todos os dias, está acostumada. Mas como ainda preciso ir todos os dias para lá, vou encarar que todas as pessoas que estavam lá não viram esta esquisita cena, até porque também já fiz mais coisas vergonhosas naquele lugar, acredite, já devo ser conhecida como “A estranha”, ok, estou acostumada.

Agora mesmo, ao escrever este texto estou escutando o álbum da Fifth Harmony, e a parte em que mais me deixou animada escrevendo foi escutando a música “Worth it”, é só essa música começar a tocar que, esquece, vou dançar, independente de onde estiver, porque... Espera, o que eu estava dizendo? Parei para dançar, voltei para música.
O ponto que eu quero chegar é, não sei quanto a vocês, mas sou MUITO movida a música, não consigo fazer nada sem música, às vezes me pego pensando como seria um mundo sem música. Seria um mundo que eu não faria nada, pois desde fazer atividades domésticas até fazer trabalho da faculdade ou trabalhando, apenas consigo com os fones de ouvidos ligados.


Observações:
1° - Gente, tem alguém que se controla quando a Taylor Swift chega ao trecho “You got that James Dean, daydream look in your eyes” de Style? Se tiver, definitivamente não sou uma dessas pessoas, me desculpe.

2° - Confesso que na parte que contei sobre a música, fui no Youtube (porque nossa querida TayTay removeu todas suas músicas do Spotify, #chorando) e dei play, porque né!

Um pequeno lembrete


     Você com certeza já parou, pelo menos alguns minutos da sua vida, para pensar em tudo que já viveu. Pensou em tudo que já tinha conquistado, e talvez tudo que um dia já tenha perdido; pode ser coisas grandes ou pequenas, tudo de certa forma é uma conquista.

     Mas você já também parou para pensar nas pequenas coisas que a vida te proporciona? Mesmo pequenas, estas são coisas que mudaram ou vão mudar a sua vida e você nem deu o reconhecimento que aquele momento deveria, como por exemplo: Você estava atrasado para chegar em sua aula ou em seu trabalho e perdeu aquele ônibus, que vai demorar uma eternidade para passar de novo, enquanto espera você vê aquela pessoa especial que você não vê há muito tempo, daí papo vai, papo vem, quando você percebe seu ônibus já chegou e você tem que entrar, só que por dentro, mesmo sabendo que está atrasado, você só quer ficar mais um pouco com aquela pessoa.

    Ou então quando você pensa que tudo está indo por água abaixo, e você recebe uma ótima notícia, que te alimenta a ter esperanças em seguir em frente e não desistir. Conseguir enxergar os grandes acontecimentos na vida é fácil, o difícil mesmo são estas pequenas, as quais realmente fazem tudo acontecer, é como se fossem parte de um grande quebra-cabeças, que quando inseridas se completam.
   
  Seja como for, não menospreze as pequenas coisas em sua vida, pois estes são igualmente importantes, mas também não só envaideça os grandes momentos, una-os.